Dívida
Ao amor da minha vida,
Parado numa rua de sentido único,
Sem olhar nas passadeiras,
e o passeio assoalhado.
Não sei se algum dia
Vou conseguir saldar a dívida
Que tenho para contigo
Por tudo o que me deste.
O problema é,
Que tu nem sabes a dívida que tenho,
os sorrisos caros
e a bondade banhada a ouro.
A felicidade que tenho,
a felicidade que deste,
não tem preço,
Olhares trocados
sem talão de devolução,
calor sentido que me queima o tostão,
Sei que esta declamação
nem chega para começar
a pagar esta divida
Mas espero que a aceites
Como moeda de troca
Parado numa rua de sentido único,
Sem olhar nas passadeiras,
e o passeio assoalhado.
Não sei se algum dia
Vou conseguir saldar a dívida
Que tenho para contigo
Por tudo o que me deste.
O problema é,
Que tu nem sabes a dívida que tenho,
os sorrisos caros
e a bondade banhada a ouro.
A felicidade que tenho,
a felicidade que deste,
não tem preço,
Olhares trocados
sem talão de devolução,
calor sentido que me queima o tostão,
Sei que esta declamação
nem chega para começar
a pagar esta divida
Mas espero que a aceites
Como moeda de troca
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*