Um desconhecido, 
Chamado de monstro.
Toca o piano.

O som melancólico,
A tristeza das tuas teclas,
Ecoam pelas paredes do castelo;

O som vazio,
Transborda de sentimentos;
Um som desafinado, 
Repleto de harmonia.

Tudo se encaixava,
Tudo fez sentido.
Ele então, apelidou sua lamúria,
Chamou-a de amor.

O mais difícil som de se ter domínio.
O que mais nos faz sentir,
O que mais nos transforma,
Em seres com melodia.
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