volte para casa.
Vozes incertas vagam pelos perímetros de minha mente,
Elas me fazem desacreditar em qualquer coisa boa que seja verdadeiramente capaz de acontecer.
Atordoam meu coração a cada madrugada.
Relutante, tento não cair em tanta inquietação;
Me manter a todo instante com os pés ao chão.
Pouco a pouco meu corpo padece.
Minha sanidade adoece.
Meu coração mais um pouco estremece.
Enquanto sorrio, só me basta chorar.
Ando sentindo que nunca mais terei teu toque.
Sua voz, já se tornou muito distante.
Teu olhar é fundo,
E o fôlego que lhe resta é pouco,
É mínimo.
Parte de mim, ainda quer acreditar que tudo ficará perfeito;
Mas parte de mim só consegue te ver partir,
Isto estraçalha-me pouco a pouco,
Mata-me sempre por dentro.
Reluto e depois de feito:
Espero mais uma vez estar totalmente errada sobre tudo,
Sobre cada resquício de paranoia que me sonda,
Por longos dias a suforcar-me no peito.
Meu único e maior desejo,
É que logo estejas acomodado em tua casa,
E que possas novamente sorrir para nós e dizer,
Ficará tudo bem.
Elas me fazem desacreditar em qualquer coisa boa que seja verdadeiramente capaz de acontecer.
Atordoam meu coração a cada madrugada.
Relutante, tento não cair em tanta inquietação;
Me manter a todo instante com os pés ao chão.
Pouco a pouco meu corpo padece.
Minha sanidade adoece.
Meu coração mais um pouco estremece.
Enquanto sorrio, só me basta chorar.
Ando sentindo que nunca mais terei teu toque.
Sua voz, já se tornou muito distante.
Teu olhar é fundo,
E o fôlego que lhe resta é pouco,
É mínimo.
Parte de mim, ainda quer acreditar que tudo ficará perfeito;
Mas parte de mim só consegue te ver partir,
Isto estraçalha-me pouco a pouco,
Mata-me sempre por dentro.
Reluto e depois de feito:
Espero mais uma vez estar totalmente errada sobre tudo,
Sobre cada resquício de paranoia que me sonda,
Por longos dias a suforcar-me no peito.
Meu único e maior desejo,
É que logo estejas acomodado em tua casa,
E que possas novamente sorrir para nós e dizer,
Ficará tudo bem.
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