Gaveta do desamor.
Meu amor antes da tua partida,
deixa-me um beijo, um beijo enorme,
longo como a viagem que tu vás fazer
e eu deixo pra ti um "Te amo" meu amor.
Recordo-me tão bem quando choravas por um beijo.
e agora a tua memória me mata,
Tu que sempre te sentistes tão segura ao meu lado,
e eu nunca pensei que iria sentir tanto a tua falta,
e jamais matutei que te amava tanto,
Onde estás meu amor?
Se tu soubesses o quanto sinto a tua ausência,
morrerias de tristeza e dor.
Sempre pedirei a Deus por ti,
sempre recordarei com saudade,
a mulher que conseguiu tirar o melhor de mim.
Meus olhos soltam pranto, por te amar tanto.
Dói-me profundamente a tua partida,
como dói mais ainda, amar-te em silêncio,
contento-me em te observar de longe
ou simplesmente que me falem de ti,
aí finjo que não estou interessado em saber,
mas o meu coração bate por ti sem medo,
como é grande este amor que ama em segredo.
Luzerna, 29 de novembro de 2011 "Memórias"
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flores e amores
Poderia ter nascido uma flor, mas o que nasceu era um sentimento.
Poderia ter sido uma rosa, mas era um amor.
Poderia estar em …
A poesia de JRUnder
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia