I-VIII Jaezes de vida e morte
Nesta terra que merca, generosamente, a inteligência dos homens que felizes desejam-se.
Com um golpe que dois coelhos mata, perde-se o que obriga a pensar e ganha o que faz-te querer comprar.
Quanto a vergonha, perde-se sem que saiba.
E diante do medo do que digo, acreditas eu roubar o que pouco foi te cedido.
Por ora, do que tens, pouco me instrui, e se em algo me fascina, basta-me lembrar do que fascinam me mais.
Nas dores vendidas, alguns felizes se tornam por deixarem de te-las, outros pelo ouro que tanto cortejam.
E aos que nem com olhos enxergam, que menos alegrias tenham então, pois a dor é oráculo para a real dimensão.
Com um golpe que dois coelhos mata, perde-se o que obriga a pensar e ganha o que faz-te querer comprar.
Quanto a vergonha, perde-se sem que saiba.
E diante do medo do que digo, acreditas eu roubar o que pouco foi te cedido.
Por ora, do que tens, pouco me instrui, e se em algo me fascina, basta-me lembrar do que fascinam me mais.
Nas dores vendidas, alguns felizes se tornam por deixarem de te-las, outros pelo ouro que tanto cortejam.
E aos que nem com olhos enxergam, que menos alegrias tenham então, pois a dor é oráculo para a real dimensão.
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