Sem direção...
Tem dias que respirar é um sacrifício!
Me sinto histérico, em meio areia movediça, quanto mais me esforço pra sair mais afundo.
Se eu parar pra refletir não encontro motivo, mas também não consigo parar de me sentir assim.
Sem direção. Sem motivação, sem nada! É exatamente isso. Nada! Não sou nada! Não sei nada! Não quero ser nem fazer nada! Ao mesmo tempo em que quero ser e fazer tudo!
É como se todo o meu sistema entrasse em curto e o resultado é uma máquina paralisada, sem conseguir funcionar!
Me sinto cansado... de tudo. De mim, de existir, de ser e não ser, de fingir.
Parece que eu tô sempre fingindo, mas não tudo. Parte de mim é uma farsa, uma máscara tão pesada que parece me puxar para o chão!
Uma farsa! Mas qual parte? Não sei mais identificar.
Quero ficar só, mas só significa estar comigo mesmo e nem isso eu quero! Quero ignorar a minha própria existência. Como seria não me ter na minha própria cabeça? O silêncio, a calma... seria possível?
Sinto uma angústia no peito, sem razão. É um bolo que cresce e parece subir pela garganta, mas não sobe. Fica lá e quando ameaça crescer, ao invés de subir, fica entalado e dói.
Meus olhos ardem, as pálpebras querem fechar. Não é sono! Não consigo dormir.
Quero gritar... me faltam forças, coragem, vontade.
Quero sumir!
Quero arrancar, com as mãos mesmo, tudo o que me faz ser assim, e voltar a superfície, normal. Existe um normal?
As pessoas me procuram, querem respostas, quero ter as respostas, mas não quero falar. Tô cansado demais pra falar.
Quero sumir.
Lá está, o nó na garganta de novo. Não quero chorar, não tenho porque chorar, não vou chorar!
Patético!
Me sinto histérico, em meio areia movediça, quanto mais me esforço pra sair mais afundo.
Se eu parar pra refletir não encontro motivo, mas também não consigo parar de me sentir assim.
Sem direção. Sem motivação, sem nada! É exatamente isso. Nada! Não sou nada! Não sei nada! Não quero ser nem fazer nada! Ao mesmo tempo em que quero ser e fazer tudo!
É como se todo o meu sistema entrasse em curto e o resultado é uma máquina paralisada, sem conseguir funcionar!
Me sinto cansado... de tudo. De mim, de existir, de ser e não ser, de fingir.
Parece que eu tô sempre fingindo, mas não tudo. Parte de mim é uma farsa, uma máscara tão pesada que parece me puxar para o chão!
Uma farsa! Mas qual parte? Não sei mais identificar.
Quero ficar só, mas só significa estar comigo mesmo e nem isso eu quero! Quero ignorar a minha própria existência. Como seria não me ter na minha própria cabeça? O silêncio, a calma... seria possível?
Sinto uma angústia no peito, sem razão. É um bolo que cresce e parece subir pela garganta, mas não sobe. Fica lá e quando ameaça crescer, ao invés de subir, fica entalado e dói.
Meus olhos ardem, as pálpebras querem fechar. Não é sono! Não consigo dormir.
Quero gritar... me faltam forças, coragem, vontade.
Quero sumir!
Quero arrancar, com as mãos mesmo, tudo o que me faz ser assim, e voltar a superfície, normal. Existe um normal?
As pessoas me procuram, querem respostas, quero ter as respostas, mas não quero falar. Tô cansado demais pra falar.
Quero sumir.
Lá está, o nó na garganta de novo. Não quero chorar, não tenho porque chorar, não vou chorar!
Patético!
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