Amor e Necromancia
Pensando, nas coisas que eu me submeto
por isso que eu me comprometo
minha alma já não existe mais
por isso não existe concerto
eu já não suporto mais
essa noite eu morro eu prometo
Se essa essa noite eu morrer
como se fosse duvida,
A morte vem como um dadiva
pois eu nunca tive dívida
Nunca tive conquista
afinal, nunca tive nada.
Mentira, tive um amor que não se pronuncía
tive um verso que falava da minha amada
e não de necromancia
por isso que eu me comprometo
minha alma já não existe mais
por isso não existe concerto
eu já não suporto mais
essa noite eu morro eu prometo
Se essa essa noite eu morrer
como se fosse duvida,
A morte vem como um dadiva
pois eu nunca tive dívida
Nunca tive conquista
afinal, nunca tive nada.
Mentira, tive um amor que não se pronuncía
tive um verso que falava da minha amada
e não de necromancia
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*