Velha intervenção dos pruridos do tempo
no aparente avesso do espaço
o tempo da-se como lida
dos contratempos do mundo
em todas suas medidas
e ajuizado como valor
de decrescente subida
tem-se como infrator
dos prazeres que ainda habita
o tempo mora no homem
como um hóspede da vida
tudo que lhe lucra
é tê-lo como dívida
o tempo da-se como lida
dos contratempos do mundo
em todas suas medidas
e ajuizado como valor
de decrescente subida
tem-se como infrator
dos prazeres que ainda habita
o tempo mora no homem
como um hóspede da vida
tudo que lhe lucra
é tê-lo como dívida
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Uma Cantada...
Não posso seguir sempre minhas vontades... mas tem certas épocas desta minha caminhada de vida , que desejei modificar os rumos desta…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Zeitgeist
Isqueiro. Chama.
A fumaça que escapa da vareta
Passeia pelos cômodos
Inundando de aroma.
Não sobe em linha r…
Lucas Garcia
Juçara-de-espinho
Não existe o momento errado,
apenas o endereço errado.
No coração há o sentimento certo,
nos amamos e ainda nos amamos:
só …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
a céu aberto
Nome nenhum queiras nenhum juízo sobre a tua velha e mal conhecida decência acaso vês o que se veda a outros ? és ou não o agri…
Darlan de Matos Cunha