DESPIDOS
Quando esvoaça o vestido da tarde
E em seu tornozelo a barra resvala
Ou se o tecido macio seu seio ampara
Ou se ainda o pano suave no seu colo cola
- De onde advém a ânsia e a libido?
Quando o desejo arde e aflora
Explode de dentro do peito
Ou cinicamente vem de fora
Perturbar o juízo de quem enamora
- Induz ao desalinho ou ao vento atrevido?
Pouco importa se pela alça da blusa
Ou na cintura da saia – responde a brisa
Fugaz é o encontro entre a linha e a pele
Que acarinha e recobre e eriça o poro
E te põe infinitamente bela
Enquanto sonharem poetas e anjos
De braços dados com a rara grandeza
Da brandura dos dias ainda não lidos
Todos os modos do destino à sorte
Ainda que ocultos permanecerão despidos
www.psrosseto.webnode.com
E em seu tornozelo a barra resvala
Ou se o tecido macio seu seio ampara
Ou se ainda o pano suave no seu colo cola
- De onde advém a ânsia e a libido?
Quando o desejo arde e aflora
Explode de dentro do peito
Ou cinicamente vem de fora
Perturbar o juízo de quem enamora
- Induz ao desalinho ou ao vento atrevido?
Pouco importa se pela alça da blusa
Ou na cintura da saia – responde a brisa
Fugaz é o encontro entre a linha e a pele
Que acarinha e recobre e eriça o poro
E te põe infinitamente bela
Enquanto sonharem poetas e anjos
De braços dados com a rara grandeza
Da brandura dos dias ainda não lidos
Todos os modos do destino à sorte
Ainda que ocultos permanecerão despidos
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