CONTINUO SEM TI
será que não sentes a minha saudade?
será que não sentes a força do meu amor?
será que quando sonhas, não me vês a procurar-te?
E tu …quando sonhas ? será que não sentes a mesma dor?
Sinto te , e no entanto não te vejo, dir-me-ás que estou insano…
Mas saber que o tempo não pára, tem outro sentido sem ti meu amor,
Os dias parecem segundos , e na tua ausência, no silencio perdem-se os anos!
Precioso e fugaz, mas ao mesmo tempo… supérfluo e mordaz !
Incansavel, trilho o caminho que nos separa, tudo resto me parece leviano,
Farei da distância um pequeno passo e da montanha uma pequena fraga,
Confiante que de nada serei incapaz, até ao momento de encontrar onde estás,
onde o universo te esconde de mim , e onde o mundo fingido te afaga…
E nesse encontro, talvez percebas, que sem saberes, nunca tiveste em paz …
Até lá, farei deste desejo, uma força, que nunca me deixará ceder ao rancor,
Farei da eternidade um pequeno instante e do desespero uma crença voraz
E logo meu amor, numa qualquer rua, num qualquer passeio à beira mar
Irás me encontrar , e a tua a estranha duvida, dará lugar a uma estranha certeza,
E por entre um timido sorriso , irás me perguntar, porque demorei a chegar?
será que não sentes a força do meu amor?
será que quando sonhas, não me vês a procurar-te?
E tu …quando sonhas ? será que não sentes a mesma dor?
Sinto te , e no entanto não te vejo, dir-me-ás que estou insano…
Mas saber que o tempo não pára, tem outro sentido sem ti meu amor,
Os dias parecem segundos , e na tua ausência, no silencio perdem-se os anos!
Precioso e fugaz, mas ao mesmo tempo… supérfluo e mordaz !
Incansavel, trilho o caminho que nos separa, tudo resto me parece leviano,
Farei da distância um pequeno passo e da montanha uma pequena fraga,
Confiante que de nada serei incapaz, até ao momento de encontrar onde estás,
onde o universo te esconde de mim , e onde o mundo fingido te afaga…
E nesse encontro, talvez percebas, que sem saberes, nunca tiveste em paz …
Até lá, farei deste desejo, uma força, que nunca me deixará ceder ao rancor,
Farei da eternidade um pequeno instante e do desespero uma crença voraz
E logo meu amor, numa qualquer rua, num qualquer passeio à beira mar
Irás me encontrar , e a tua a estranha duvida, dará lugar a uma estranha certeza,
E por entre um timido sorriso , irás me perguntar, porque demorei a chegar?
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