O Negacionista ♦️
Negacionista, este termo ganhou o ‘status’ que já pertenceu a nazista, fascista, misógino, racista e qualquer palavras relacionadas a alguma minoria seguidas do sufixo “fobia”. Logo é tachado de negacionista quem fala o que não querem, tal qual as variações do comportamento subversivo. Carimbar em alguém quaisquer destes termos reducionistas encerra qualquer debate. Afinal, como discutir com um ser que, de início, é comparado a Hitler?
Qual é a semelhança entre Novak Djokovic e Galileu Galilei? Ambos são ilustres negacionistas, cada um no seu tempo, arriscando bens de valores incomparáveis, e por motivos diferentes.
O tenista se negou a vacinar-se e, automaticamente, apresentar o enganoso “passaporte sanitário”. Pela lógica, se o líquido, que é fácil e obrigatoriamente comercializado como panaceia, fosse eficaz, deveria representar segurança aos vacinados. O “novo normal” começou muito mal, já que separa cidadãos por classes (castas), segregando-os a acessos. Além de tudo, a eficácia do imunizante é duvidosa. Pois bem, Djokovic — maldosamente, mas inteligentemente apelidado de “Djocovid”, após muitos transtornos, não pôde participar do Aberto da Austrália. Ironicamente, o Aberto ficou fechado. A negativa pode se repetir em Roland Garros.
As más línguas trataram de criar a Síndrome de Melbourne — na qual os cidadãos aceitam facilmente proibições e obrigações governamentais —, comparando-a à Síndrome de Estocolmo — na qual a vítima afeiçoa-se por seu algoz.
Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei, ousou contrariar as “verdades” científicas do século XVII. Defendendo a teoria heliocêntrica, foi o negacionista ao refutar a Igreja que acreditava que a Terra era o centro do universo.
Por ser um negacionista, o tenista apenas perdeu o torneio; em tempos mais obscuros, igualmente negacionista, o astrônomo perderia a vida. Galileu Galilei, ao abandonar sua ameaçadora “teoria da conspiração” teve o pescoço poupado pelo terrível tribunal da Inquisição.
O livro 1984, de George Orwell, está impressionantemente parecido com a atualidade.
Qual é a semelhança entre Novak Djokovic e Galileu Galilei? Ambos são ilustres negacionistas, cada um no seu tempo, arriscando bens de valores incomparáveis, e por motivos diferentes.
O tenista se negou a vacinar-se e, automaticamente, apresentar o enganoso “passaporte sanitário”. Pela lógica, se o líquido, que é fácil e obrigatoriamente comercializado como panaceia, fosse eficaz, deveria representar segurança aos vacinados. O “novo normal” começou muito mal, já que separa cidadãos por classes (castas), segregando-os a acessos. Além de tudo, a eficácia do imunizante é duvidosa. Pois bem, Djokovic — maldosamente, mas inteligentemente apelidado de “Djocovid”, após muitos transtornos, não pôde participar do Aberto da Austrália. Ironicamente, o Aberto ficou fechado. A negativa pode se repetir em Roland Garros.
As más línguas trataram de criar a Síndrome de Melbourne — na qual os cidadãos aceitam facilmente proibições e obrigações governamentais —, comparando-a à Síndrome de Estocolmo — na qual a vítima afeiçoa-se por seu algoz.
Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei, ousou contrariar as “verdades” científicas do século XVII. Defendendo a teoria heliocêntrica, foi o negacionista ao refutar a Igreja que acreditava que a Terra era o centro do universo.
Por ser um negacionista, o tenista apenas perdeu o torneio; em tempos mais obscuros, igualmente negacionista, o astrônomo perderia a vida. Galileu Galilei, ao abandonar sua ameaçadora “teoria da conspiração” teve o pescoço poupado pelo terrível tribunal da Inquisição.
O livro 1984, de George Orwell, está impressionantemente parecido com a atualidade.
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