Osmose de palavras

Na osmose de palavras esfuziantes traveste-se um luminescente
Silêncio orquestrado pela harmonia de um afago tão condicente
Sem malícias nas minhas mãos escorrega a escuridão mais eloquente
Nas páginas do tempo ressurge o desenho de uma prece tão paciente
No âmago da alegria uma gargalhada jaz além quase, quase indecente
No meu mundo poético cada hora que se esvai eterniza um silêncio tão plangente
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Uma Cantada...
Não posso sempre seguir sempre minhas vontades... mas tem certas épocas desta minha caminhada de vida , que desejei modificar os rumos …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Zeitgeist
Isqueiro. Chama.
A fumaça que escapa da vareta
Passeia pelos cômodos
Inundando de aroma.
Não sobe em linha r…
Lucas Garcia
Juçara-de-espinho
Não existe o momento errado,
apenas o endereço errado.
No coração há o sentimento certo,
nos amamos e ainda nos amamos:
só …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
a céu aberto
Nome nenhum queiras nenhum juízo sobre a tua velha e mal conhecida decência acaso vês o que se veda a outros ? és ou não o agri…
Darlan de Matos Cunha