Da fome em sol, dias e calçadas
o sol,
translúcida vertente,
engole a noite
mansamente
a calçada, impunemente,
já em madrugada,
guarda humanos em seu leito
em fomes aprazadas
o dia, intensamente faminto,
deixa-se fluir envergonhado
translúcida vertente,
engole a noite
mansamente
a calçada, impunemente,
já em madrugada,
guarda humanos em seu leito
em fomes aprazadas
o dia, intensamente faminto,
deixa-se fluir envergonhado
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Zeitgeist
Isqueiro. Chama.
A fumaça que escapa da vareta
Passeia pelos cômodos
Inundando de aroma.
Não sobe em linha r…
Lucas Garcia
Juçara-de-espinho
Não existe o momento errado,
apenas o endereço errado.
No coração há o sentimento certo,
nos amamos e ainda nos amamos:
só …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
a céu aberto
Nome nenhum queiras nenhum juízo sobre a tua velha e mal conhecida decência acaso vês o que se veda a outros ? és ou não o agri…
Darlan de Matos Cunha
Grato todos os dias
Grato todos os dias Agradeça a Deus, que o louvor Transborde De uma mesa simples e de um Lar humilde Mãos todas unidas, cada voz Em graça…
Aldo gabbay kraas