A Grande Perda •| Versão explícita |•
se você tivesse estacionado o carro um pouco mais longe,
talvez eu não tivesse avistado seu corpo nu entrelaçado com outra pessoa
não teria presenciado esse romance que há muito tempo tinha se iniciado, idiotice minha não ter acreditado antes, quando me contaram sobre você, então quando a festa acabar e a realidade voltar me encontre na saída com seu corpo úmido e sua pele usada, esfregue-se e limpe as sensações que em seu corpo habitaram
não tente se acariciar em meu corpo, ele já não lhe pertence, na verdade nunca pertenceu, apenas teve um espaço tempo de aproveitamento, não venha me pedir desculpas agora, já é tarde demais para esse papo furado de tentar novamente, se aproxime de mim e de mãos dadas iremos até a estrada da traição, passaremos pelos becos de tristeza, dobrando a esquina do esquecimento, sentaremos em um banco e você irá me contar a Realidade, o que os corpos alheios tem que o meu não?
não finja que somos crianças em um parque de diversões, nossos sentimentos não são iguais a montanha russa, tenha consciência do adulto medíocre que você se tornou, Machucando todos os sentimentos do meu coração, logo depois você foi, tão rápido como uma névoa na escuridão, se sinta culpado, pois você é fingir já não é mais a opção, está na hora de assumir o estrago que causou em nós.
SOBRE O POEMA:
esse foi um dos texto/poema mais cruel que pude escrever
não se engane, eu sinto as coisas, mas sou escritor que escreve historias :)
talvez eu não tivesse avistado seu corpo nu entrelaçado com outra pessoa
não teria presenciado esse romance que há muito tempo tinha se iniciado, idiotice minha não ter acreditado antes, quando me contaram sobre você, então quando a festa acabar e a realidade voltar me encontre na saída com seu corpo úmido e sua pele usada, esfregue-se e limpe as sensações que em seu corpo habitaram
não tente se acariciar em meu corpo, ele já não lhe pertence, na verdade nunca pertenceu, apenas teve um espaço tempo de aproveitamento, não venha me pedir desculpas agora, já é tarde demais para esse papo furado de tentar novamente, se aproxime de mim e de mãos dadas iremos até a estrada da traição, passaremos pelos becos de tristeza, dobrando a esquina do esquecimento, sentaremos em um banco e você irá me contar a Realidade, o que os corpos alheios tem que o meu não?
não finja que somos crianças em um parque de diversões, nossos sentimentos não são iguais a montanha russa, tenha consciência do adulto medíocre que você se tornou, Machucando todos os sentimentos do meu coração, logo depois você foi, tão rápido como uma névoa na escuridão, se sinta culpado, pois você é fingir já não é mais a opção, está na hora de assumir o estrago que causou em nós.
SOBRE O POEMA:
esse foi um dos texto/poema mais cruel que pude escrever
não se engane, eu sinto as coisas, mas sou escritor que escreve historias :)
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