AOS POUCOS
Se conhecesses a poesia na intimidade do poeta
Entenderias a pressa que existe em nascer seu verso
Poema não se faz vez em quando é copiosa promessa
Exercício de rotina da alma desigual dor repentina
Que explode no coração sem a qual não se completa
Bamboleia o corpo todo de um modo incongruente
Afeta a emoção sem noção brota do fruto da mente
Logo após aquietar-se no colo de quem o sente
Se soubesses do poeta na intimidade do seu sonho
Verias como ele morre de um amor tão perverso
Capaz de transforma-lo na vírgula mais íngreme
Que separa sua realidade das possibilidades previstas
Ao expor suas paixões sem mesmo que ninguém o sinta
E a um só tempo renascendo como a metamorfose dá-se
Intrínseca quando escreve reinventando-se no gozo
De sua própria poesia solta e só nalgum momento
Se olhasses o poema na intimidade do seu verso
Entenderias o poeta compondo seu próprio mundo
Sem ser tolo nem débil nem relés vagabundo
Perambula entre palavras com olhares de menino
Depois voa entre estrofes voraz por sentimentos
Até entregá-las prontas a uma alma ansiosa
Por guardá-las peregrinas formosas cheias de encanto
Adornadas da beleza de algum sentimento bonito
Entenderias a pressa que existe em nascer seu verso
Poema não se faz vez em quando é copiosa promessa
Exercício de rotina da alma desigual dor repentina
Que explode no coração sem a qual não se completa
Bamboleia o corpo todo de um modo incongruente
Afeta a emoção sem noção brota do fruto da mente
Logo após aquietar-se no colo de quem o sente
Se soubesses do poeta na intimidade do seu sonho
Verias como ele morre de um amor tão perverso
Capaz de transforma-lo na vírgula mais íngreme
Que separa sua realidade das possibilidades previstas
Ao expor suas paixões sem mesmo que ninguém o sinta
E a um só tempo renascendo como a metamorfose dá-se
Intrínseca quando escreve reinventando-se no gozo
De sua própria poesia solta e só nalgum momento
Se olhasses o poema na intimidade do seu verso
Entenderias o poeta compondo seu próprio mundo
Sem ser tolo nem débil nem relés vagabundo
Perambula entre palavras com olhares de menino
Depois voa entre estrofes voraz por sentimentos
Até entregá-las prontas a uma alma ansiosa
Por guardá-las peregrinas formosas cheias de encanto
Adornadas da beleza de algum sentimento bonito
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