Desde o Big Bang que isto é um Caos!
Por quanto, na minha determinação, daria tudo por algo novo. Por um súbito que me pudesse arrebatar da minha ordem –jornadas de rotina – aquecendo terminantemente a minha alma. Não cesso de transbodar da enfada solicitude, sob o amanhecer da esperança que pelos olhos me trespassam inerte. Por pouco, me convenci de Camus, não mais desejar a felicidade, apenas o clarão da consciência. Mas logo me ocorreu darem os abismos pela consciência do saber. Como conspirar o tormento ao sossego, o sadismo ao júbilo? Supus assim bastar o amor, quando por mediocridade, tinha em ti a minha amada e tu em mim um sujeito amável – não fosse por cavalheirismo que te davas por prazer e me dignavas do teu ardor – Sucumbi objeto das contradições sociais que me conduziram ao niilismo, numa alma errante que não conhece sobre si qualquer autoridades de valores, farta das relacões humanas... que assiste impávida às ruínas do próprio interior.
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