Como fosse água, envolveu. Como aço, vibrou!
Como fogo, se fez ver e como pedra... Esperou!
Por tantas horas viu o tempo envelhecer
Que em cada momento pôde perceber,
A vida rebuscando esperanças
No velho baú das lembranças.
Que amor é este senhor,
Do qual foste criador?
Qual o sentido da vida
Que por querer é sofrida?
O sentimento domina e faz do acaso a sorte.
A dor que a alma aniquila, é lança buscando a morte.
A dúvida agride a calma, a fé ao destino se entrega!
Amar é perder-se na busca, é luz cujo brilho... Cega!
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