A serenidade dos silêncios


Vi-me dentro da bolha dos ternos silêncios estáticos
Deixei a alma fundir-se com todos os lamentos axiomáticos
Deixei as palavras exprimirem sua raiva contida num uivo selvático

Na serenidade dos silêncios flutua a manhã convertida num eco apático
Perdido na serenidade do tempo esvai-se um segundo bravio e matemático
Bolhas de luz borbulham no meio de tantos, tantos sussurros tão telepáticos


Frederico de Castro
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