QUILHA
Meu eu marinheiro
Circunda o velho barco
Emborca a canoa sobre o estrado
Examina a quilha da popa à proa
Remenda as velas
Veda as tábuas
Apara os estragos dos ventos
Das ondas brabas
Como se o tempo tivesse conserto
O que mata o velho barco
Não são as águas
E sim a solidão e as mágoas
www.psrosseto.webnode.com
Circunda o velho barco
Emborca a canoa sobre o estrado
Examina a quilha da popa à proa
Remenda as velas
Veda as tábuas
Apara os estragos dos ventos
Das ondas brabas
Como se o tempo tivesse conserto
O que mata o velho barco
Não são as águas
E sim a solidão e as mágoas
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