NO MEIO DA TARDE
Encaixo a minha mão
Debaixo do teu vestido
Mas se me dizes estar despida
Imagina-la vestida
Já não faz nenhum sentido
Rogar excentricidades
O sonhar tem dessas baldas
Cada qual com seu capricho
E mania e desvario
O sentir de qualquer sonho
Devemos às singularidades
Perdoa se a nua palavra arde
E o verbo rumina o dicionário
No meio da tarde
www.psrosseto.webnode.com
Debaixo do teu vestido
Mas se me dizes estar despida
Imagina-la vestida
Já não faz nenhum sentido
Rogar excentricidades
O sonhar tem dessas baldas
Cada qual com seu capricho
E mania e desvario
O sentir de qualquer sonho
Devemos às singularidades
Perdoa se a nua palavra arde
E o verbo rumina o dicionário
No meio da tarde
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