I-XXXI Jaezes de vida e morte
Perdi-me no bom gosto, mal consigo vê-la do pé ao pescoço.
Pedi para que não me encarasse, mas que Deus me amparasse.
Sua face foi-me um escopo, onde lapidei um futuro tomado por outro.
E há quem diga que não a perdi, talvez seja porque nunca a consegui.
Assim, querendo ou não, acabo sendo o limite do que chamo razão.
E por misericórdia ou por culpa, oro por quem jamais saberá sobre esta angústia,
pois mal existem se não sei que vivem.
Mas bem sei que afundando ou se elevando,
há saudade de sobra nas noites que me lembram passados anos.
Pedi para que não me encarasse, mas que Deus me amparasse.
Sua face foi-me um escopo, onde lapidei um futuro tomado por outro.
E há quem diga que não a perdi, talvez seja porque nunca a consegui.
Assim, querendo ou não, acabo sendo o limite do que chamo razão.
E por misericórdia ou por culpa, oro por quem jamais saberá sobre esta angústia,
pois mal existem se não sei que vivem.
Mas bem sei que afundando ou se elevando,
há saudade de sobra nas noites que me lembram passados anos.
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