Devaneio
Percorro caminhos em um eterno devaneio
Com os pés descalços vou pisando na grama molhada
A terra vai me seguindo pela pele marcada
Sigo, com as mãos deslizando nas folhas das árvores surradas
Passam por mim andarilhos de todos os tipos e jeitos, dos pecadores aos recém chegados na linha cruzada
Quem deles eu sou?
Não sei, talvez nenhum, talvez todos
Se for do pecado, que me seja lançando a condenação
Mas, se for recém chegada, lhes digo:
Vindo dele já me tive pela angústia, então, será possível ser esse o mundo que foi me preparado?!
Com os pés descalços vou pisando na grama molhada
A terra vai me seguindo pela pele marcada
Sigo, com as mãos deslizando nas folhas das árvores surradas
Passam por mim andarilhos de todos os tipos e jeitos, dos pecadores aos recém chegados na linha cruzada
Quem deles eu sou?
Não sei, talvez nenhum, talvez todos
Se for do pecado, que me seja lançando a condenação
Mas, se for recém chegada, lhes digo:
Vindo dele já me tive pela angústia, então, será possível ser esse o mundo que foi me preparado?!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha