Óh meu Deus, que tristeza sinto
Numa cidade vestida de gente,
sinto uma tristeza eminente.
Eu no sossego deste meu cantinho,
me estendo, desanimado,
onde no meu lamento, me encontro,
sozinho mas bem cuidado,
até entendo esta solidão,
que me trás mais de um desencontro.
O dia é perfeito
e eu cá de dentro!
No sossego do meu cantinho,
penso e sofro por não ter carinho,
e de vez em quanto, fico envolvido no meu pranto,
embrulhado no quentinho do meu manto.
Hoje, queria apanhar um resfriado,
queria apanhar um pouco de sol.
Queria que o vento,
me batesse na cara desenfreado,
pra levantar meu animo que está descuidado,
Óh que tristeza sinto, não puder ouvir o mar,
conversar com a areia,
sentir nos pés os seus carinhos,
Olhar no horizonte, ver as gaivotas a voar,
óh meu Deus tão triste me sinto,
estendido aqui neste cantinho,
E não puder andar e andar, sem destino,
gritar ao mundo o que sinto,
aqui dentro do meu peito,
e não poder estar
junto das pessoas de quem eu tenho direito...
Luzern, 05.04.2022, João Neves.
sinto uma tristeza eminente.
Eu no sossego deste meu cantinho,
me estendo, desanimado,
onde no meu lamento, me encontro,
sozinho mas bem cuidado,
até entendo esta solidão,
que me trás mais de um desencontro.
O dia é perfeito
e eu cá de dentro!
No sossego do meu cantinho,
penso e sofro por não ter carinho,
e de vez em quanto, fico envolvido no meu pranto,
embrulhado no quentinho do meu manto.
Hoje, queria apanhar um resfriado,
queria apanhar um pouco de sol.
Queria que o vento,
me batesse na cara desenfreado,
pra levantar meu animo que está descuidado,
Óh que tristeza sinto, não puder ouvir o mar,
conversar com a areia,
sentir nos pés os seus carinhos,
Olhar no horizonte, ver as gaivotas a voar,
óh meu Deus tão triste me sinto,
estendido aqui neste cantinho,
E não puder andar e andar, sem destino,
gritar ao mundo o que sinto,
aqui dentro do meu peito,
e não poder estar
junto das pessoas de quem eu tenho direito...
Luzern, 05.04.2022, João Neves.
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