Tambor em escala retórica
o tambor
é um coração renitente
esconde-se na lembrança
como um bordão urgente
pulsa trovōes
no vão da alma, em afagos,
como uma passeata real
de todos os passados
o tambor é um manifesto
de ancestrais incontrolados
é um coração renitente
esconde-se na lembrança
como um bordão urgente
pulsa trovōes
no vão da alma, em afagos,
como uma passeata real
de todos os passados
o tambor é um manifesto
de ancestrais incontrolados
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Laroyê, minha senhora
É um pobre coitado, uma alma iludida Achou que na moça encontrara uma amiga Tomou uma rasteira que abriu a ferida Aprenda comigo, p…
Samuel Knevitz Silveira
Why bother
Why do I bother breaking myself down Chasing the dark while the sun wears a crown I let my health slip I let it decay Guess I’m my own st…
Aldo gabbay kraas
na ordem dos dias
Se o texto sai numa ambulância, como se o parto difícil atordoasse todo o entorno, melhor, como se não lhe dissesse respeito, a retração …
Darlan de Matos Cunha
Palmeira Juçara
O meu coração é coração de palmeira
quando se trata de revolução.
Queira ou não, a primeira revolução
se começa com a barriga c…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski