Operação Cavalo de Troia 🔴
Não foi tão estranho Geraldo Alckmin externando um pensamento aliado ao de Luiz Inácio Lula da Silva; esquisito foi Alckmin tentando falar com as massas igual ao petista. Faltou voz, faltou carisma e faltou convicção. O ex-governador erra ao trocar de plateia; ele nunca será persuasivo querendo insuflar um bando de sindicalistas sedentos por sangue, como era quando se comunicava como um padre numa homilia. Geraldo tentou esconder o Alckmin que habita aquele corpo, mas foi mais “picolé de chuchu” como nunca.
Mas se engana quem acha que a intenção de Alckmin é unir forças com Lula para construir um país melhor. Político matreiro (“das antigas”), Alckmin está dando o seu jeito de infiltrar-se no Palácio do Planalto. Pelo voto, apesar das tentativas, não surtiu efeito. Vestir um colete estatizante não convenceu, pelo contrário, afastou aqueles, como eu, que pensavam que o PSDB era de direita. Não encontrou outra solução, juntou-se ao líder populista para tenra subir a Rampa. Até imitou o Getúlio Vargas, quando sacou um “Trabalhadores do meu Brasil”, esticando um “L” gaúcho. Mesmo imitando o velho caudilho, não pareceu popular nem populista.
Lula, como sempre, sabe o que está fazendo e deve estar dando boas risadas nos bastidores. Zé Dirceu não deixaria Lula dar um tremendo “ponto sem nó”. Quem já saiu perdendo mais foi o antigo peessedebista, entretanto estamos assistindo a uma briga de serpentes.
O PT já conseguiu retirar Geraldo Alckmin da calçada do Palácio dos Bandeirantes, deixando o caminho mais fácil para Fernando Haddad; Alckmin, na primeira oportunidade, puxará o tapete do presidente ou o “efeito Covas” poupará o trabalho sujo.
Isso tudo não passa de teoria da conspiração. Os caminhos tortos que possibilitaram a soltura e candidatura do velho líder petista não serão suficientes para torná-lo mandatário da Nação. Ambos enterraram suas carreiras políticas nacionais. Para Geraldo Alckmin e Luiz Inácio Lula da Silva serão possíveis apenas as cadeiras de vereadores de Pindamonhangaba e São Bernardo do Campo, respectivamente.
Mas se engana quem acha que a intenção de Alckmin é unir forças com Lula para construir um país melhor. Político matreiro (“das antigas”), Alckmin está dando o seu jeito de infiltrar-se no Palácio do Planalto. Pelo voto, apesar das tentativas, não surtiu efeito. Vestir um colete estatizante não convenceu, pelo contrário, afastou aqueles, como eu, que pensavam que o PSDB era de direita. Não encontrou outra solução, juntou-se ao líder populista para tenra subir a Rampa. Até imitou o Getúlio Vargas, quando sacou um “Trabalhadores do meu Brasil”, esticando um “L” gaúcho. Mesmo imitando o velho caudilho, não pareceu popular nem populista.
Lula, como sempre, sabe o que está fazendo e deve estar dando boas risadas nos bastidores. Zé Dirceu não deixaria Lula dar um tremendo “ponto sem nó”. Quem já saiu perdendo mais foi o antigo peessedebista, entretanto estamos assistindo a uma briga de serpentes.
O PT já conseguiu retirar Geraldo Alckmin da calçada do Palácio dos Bandeirantes, deixando o caminho mais fácil para Fernando Haddad; Alckmin, na primeira oportunidade, puxará o tapete do presidente ou o “efeito Covas” poupará o trabalho sujo.
Isso tudo não passa de teoria da conspiração. Os caminhos tortos que possibilitaram a soltura e candidatura do velho líder petista não serão suficientes para torná-lo mandatário da Nação. Ambos enterraram suas carreiras políticas nacionais. Para Geraldo Alckmin e Luiz Inácio Lula da Silva serão possíveis apenas as cadeiras de vereadores de Pindamonhangaba e São Bernardo do Campo, respectivamente.
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