o canto do poema melancólico
dos tempos longíquos, remotos e distantes
meu coração partido continua a viver tristemente no cerne da vida
que alguns chamam de eternidade, outros de finitude
nos laços inquebráveis das leis universais de deus
ainda continuo sentido solidão, partindo ao infinito em des-harmoria celestial
meu coração partido continua a viver tristemente no cerne da vida
que alguns chamam de eternidade, outros de finitude
nos laços inquebráveis das leis universais de deus
ainda continuo sentido solidão, partindo ao infinito em des-harmoria celestial
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Le infante donzela.
Como desejava vela minha adorada namorada , pois tu estavas agonizante e perante meus olhos lágrimas desciam ao chão como chuva de um qu…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
I have fallen in love
I have fallen in love
With the new country
That I call home
It is Canada
I must say
I am always safe when
I live my home first thin…
Aldo gabbay kraas
quem segura
goiaba e maçã não seguram camomila canela cidreira não seguram arbustos plantas flores não seguram bem-te-vi papagaio cão borboleta ga…
Kátia Surreal
Voltas
RUPESTRE NUM BURACO NEGRO . A volta de fulano, beltrano, melano e sicrana a volta do parafuso avariado a volta ao inferno da in…
Darlan de Matos Cunha