Da vigência matinal do tempo
nos ombros da noite
dorme a manhã sua sina
enrolada nas nuvens
como uma menina
a matéria viva
em fótons, elétrons e o nada
arma todos seus esquemas
como uma múltipla jornada
o sol, cúmplice da vida,
despeja o peito no mundo,
vestido de madrugada
dorme a manhã sua sina
enrolada nas nuvens
como uma menina
a matéria viva
em fótons, elétrons e o nada
arma todos seus esquemas
como uma múltipla jornada
o sol, cúmplice da vida,
despeja o peito no mundo,
vestido de madrugada
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
As tormentas da vida.
Todas as tormentas que saem da vida ... é porque nunca se ama - Eu não sou conhecido por essa particularidade , mas sim por adorar muito …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
COMO EU SOFRO
Sofro por ser honesto, Por falar o que deve ser dito, Para alguns eu não presto, Mas pelo menos não minto!
Celso Ciampi
Um texto sobre a terceira idade.
Não me preocupo com minha decadência física ... mas sim com a dignidade de sobreviver em um mundo cada vez mais capitalista e desumano. B…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
As fontes secam.
Todas as fontes do bem querer secam ... quando não se repor o milagre da vida em seu esplendor. O nosso amor é longo e esta vida é curta…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*