Sabendo da péssima safra de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e a disposição deles falar mal do Brasil, “pipocam” palestras, convenções, fóruns, bate-papos e, acho, rodinhas de fofoca. Se for no exterior, mesmo que com uma plateia lusófona, gera mais credibilidade.




Surgiu um cartaz duma tal “Brazil Conference”. A iniciativa é do LIDE, grupo de João Doria (olha ele aí). Incansável quando a inveja domina suas atitudes, ele não suportou a derrota que o afastou da vida pública e voltou a exercer a razão de sua vida política: conspirar.




Para esse evento, foram convidados detratores do governo federal para praticar o principal esporte da oposição ao presidente: “descer a lenha” no Brasil. Usando belas palavras, mas com raciocínio estreito, esses magistrados não conseguem impressionar ninguém com o mínimo de desconfiança. Quase sempre lendo ou contando com ouvintes abobalhados, soltam teorias persecutórias. Nos devaneios desses ocupantes do STF, existe um Gabinete do Ódio, “hackers” russos (tentando invadir o TSE) e manifestações (pacíficas como um piquenique) são chamadas de “atos antidemocráticos”.




Pegando carona nesse clima pesado, sempre covarde, João Doria ressurge, rapidamente, se dispondo a ser reconhecido como o principal “puxador de tapete” do presidente. Tenho certeza, o ex-pré-candidato dará um jeitinho de aparecer reivindicando a autoria de algum acontecimento que possa ser interpretado como uma derrota do Bolsonaro.




A pandemia surgiu como um dádiva para Doria abusar de toda a sua tirania, disfarçando-se de democrata e empático, fingindo chorar, ele mandou fechar tudo. Sempre agindo sorrateiramente, o colecionador de mandatos incompletos, por telefone, tentou enfraquecer o governo arrancando Paulo Guedes da Economia. Sabe-se lá, se outros nomes também receberam suas investidas.




Agora era o momento ideal para o ex-político pegar uma praia em Miami ou estender-se numa espreguiçadeira do Copacabana Palace; entretanto ele preferiu ser flagrado furando suas próprias ordens. Fique em casa, João Doria, por favor.
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