Paulo Sérgio Rosseto
Almas são folhas
Que se desprendem das alças
Caem das arvores por ventos silenciosos
Quando esvoaçam no sono dos anjos
Ao derredor dos sonhos e nos nascem
Portanto ainda que reclamem
Toda morte é a insensatez desfeita
Redesenhando-se em escolhas
Nem sempre aceitas
Algumas suplantam os mármores e decompõem
Outras vicejam raízes satisfeitas
A minha alma tem vidas e delas se vale
Quanto ao corpo
É mínimo detalhe
@psrosseto
www.psrosseto.webnode.com
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