Clube dos 27
Hoje, mais um dia do ciclo, mas também o dia que o sol nasceu comigo. É uma loucura, talvez um vício esse negócio da existência. Não que eu sinta cem por cento de vontade de estar aqui, mas continuo, estou.
Hoje acordei um pouco mais Kurt e confesso que já devo ter atingido meu nirvana umas cinco ou seis vezes, nem a Amy sabe o quanto eu preciso de uma reabilitação só pra poder gostar mais um pouquinho dessa loucura.
Hoje o norte tá pro sul e eu me obrigo a sentir um pouco mais que um dia comum, que um dia qualquer. Já pensou o quão gratificante é pra si mesmo parar e agradecer as desgraças rotineiras da vida? Amém deus cheguei aos vinte e sete! Primeiro dia do jogo, primeiro caos momentâneo. Coloquei os planos em prática e por agora, dessa vez, não há panos no varal.
Não que eu queira, ou não queira, nesse momento eu não sei exatamente o que eu quero. Não concordo e nem discordo, muito pelo contrário, a mente tá uma discordia, escória e os espólios de guerra estão sendo colecionados.
Por aqui, já podem me levar, acho que vivi demais, senti demais e vi coisas que eu poderia ter deixado na outra vida. A abdução é o alvo e se eu alcanço...
Por fim, eu tô amando os vinte e olha que nem tenho nove horas completas de, mas é que é gostoso sentir essa sensação de se acordar e já ter de escrever seu epitáfio, sem medo ou receio, só escrever. Queria eu desde os dezesseis chegar aos vinte sete, não passar disso, entrar em modo stand by e ter um descanso momentâneo só que eterno. Interno é o que eu sinto e vocês acham que sabem, mas não sabem. Nem a marca do meu lápis de cor favorita, muito menos sobre o que se sente por dentro da couraça. Disfarça, logo logo o dia passa e cê deixa de receber atenção e a tensão fica aqui, acumulada, doidinha pra pular pra fora e gritar: ainda bem que os vinte e sete chegaram.
Hoje acordei um pouco mais Kurt e confesso que já devo ter atingido meu nirvana umas cinco ou seis vezes, nem a Amy sabe o quanto eu preciso de uma reabilitação só pra poder gostar mais um pouquinho dessa loucura.
Hoje o norte tá pro sul e eu me obrigo a sentir um pouco mais que um dia comum, que um dia qualquer. Já pensou o quão gratificante é pra si mesmo parar e agradecer as desgraças rotineiras da vida? Amém deus cheguei aos vinte e sete! Primeiro dia do jogo, primeiro caos momentâneo. Coloquei os planos em prática e por agora, dessa vez, não há panos no varal.
Não que eu queira, ou não queira, nesse momento eu não sei exatamente o que eu quero. Não concordo e nem discordo, muito pelo contrário, a mente tá uma discordia, escória e os espólios de guerra estão sendo colecionados.
Por aqui, já podem me levar, acho que vivi demais, senti demais e vi coisas que eu poderia ter deixado na outra vida. A abdução é o alvo e se eu alcanço...
Por fim, eu tô amando os vinte e olha que nem tenho nove horas completas de, mas é que é gostoso sentir essa sensação de se acordar e já ter de escrever seu epitáfio, sem medo ou receio, só escrever. Queria eu desde os dezesseis chegar aos vinte sete, não passar disso, entrar em modo stand by e ter um descanso momentâneo só que eterno. Interno é o que eu sinto e vocês acham que sabem, mas não sabem. Nem a marca do meu lápis de cor favorita, muito menos sobre o que se sente por dentro da couraça. Disfarça, logo logo o dia passa e cê deixa de receber atenção e a tensão fica aqui, acumulada, doidinha pra pular pra fora e gritar: ainda bem que os vinte e sete chegaram.
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