Só de vícios
É que tudo é uma loucura ao extremo e o amor é veneno pra quem não quer se amar. Cês sabem bem como que é! Nem precisa alterar a ordem dos fatores se o produto é o mesmo, se o produto é só um produto que nunca colocam valor, só preço. O problema de se colocar preço nas coisas é que só o dinheiro paga e essa tour vai além do dinheiro, vai além da passagem que dentro da cidade é um absurdo. Tudo é uma espécie de demarcação territorial, onde você pode pisar.
Mesmo com o dia ensolarado, acordei com o coração em solo arado e plantei a semente mais rara que se tinha: amor. A semente morreu, ressuscitou, germinou, brotou, começou a nascer, mas não dava lucro as empresas, então cortaram o amor, plantaram dinheiro e fizeram o agronegócio.
O agro, vocês já sabem. O agro é pop, o agro é pó. Então viciaram todos que queriam plantar o amor no agro, no pó. Desistiram de correr atrás do amor, estavam viciados, começaram a plantar árvores de dinheiro, viram que dinheiro não dá em árvore, mas já estavam viciados em pó e não tinham mais o que se fazer. Crianças, jovens, adultos e idosos lotavam as imediações das áreas de tráfico da cidade, que é controlada pela mesma galera que planta produtos do agronegócio onde antes se era floresta, onde já se tinha amor, não tem mais. Agora é a vida da bad, The walking dead e uns trocados que se pede na rua, pra um povo que dá muita das vezes sem amor também, só por afobação ou pra se tirar alguém da sua frente.
Então sai da minha frente. Frase tão escutada, mas não tão sentida. Quem sente são as pessoas que precisam sair mesmo da frente, sem nem entender o porquê?
Por aqui não se entende de amor, só de vícios.
Mesmo com o dia ensolarado, acordei com o coração em solo arado e plantei a semente mais rara que se tinha: amor. A semente morreu, ressuscitou, germinou, brotou, começou a nascer, mas não dava lucro as empresas, então cortaram o amor, plantaram dinheiro e fizeram o agronegócio.
O agro, vocês já sabem. O agro é pop, o agro é pó. Então viciaram todos que queriam plantar o amor no agro, no pó. Desistiram de correr atrás do amor, estavam viciados, começaram a plantar árvores de dinheiro, viram que dinheiro não dá em árvore, mas já estavam viciados em pó e não tinham mais o que se fazer. Crianças, jovens, adultos e idosos lotavam as imediações das áreas de tráfico da cidade, que é controlada pela mesma galera que planta produtos do agronegócio onde antes se era floresta, onde já se tinha amor, não tem mais. Agora é a vida da bad, The walking dead e uns trocados que se pede na rua, pra um povo que dá muita das vezes sem amor também, só por afobação ou pra se tirar alguém da sua frente.
Então sai da minha frente. Frase tão escutada, mas não tão sentida. Quem sente são as pessoas que precisam sair mesmo da frente, sem nem entender o porquê?
Por aqui não se entende de amor, só de vícios.