I-LII Jaezes de vida e morte
Suplico por ter quem guie-me ao reto,
quem livre-me das tentações à direita,
quem cega-me das à esquerda.
Quem permita-me desviar do certo
quando nele já não me considero.
Procuro civilização amante da liberdade de expressão
e escrava da ignorância que nos tornam vãos.
Procuro pelas capitais que, dos que abrigam, tempo tomam,
e crescem dando à vida razões que nada consolam.
Lá há quem a natureza desvalorize e a carne ridicularize,
e esculpa, ainda assim, presentes a mim.
Ouço do alto, então, maiores insultos,
fazendo-me proporcional ao palpável mundo que oriundo.
E em nada posso julga-los sem que me lembro de meus pecados.
Maior seja a insipiência dos que de mim se afastam,
e profundo o inferno dos que, deste mundo, tanto acham.
quem livre-me das tentações à direita,
quem cega-me das à esquerda.
Quem permita-me desviar do certo
quando nele já não me considero.
Procuro civilização amante da liberdade de expressão
e escrava da ignorância que nos tornam vãos.
Procuro pelas capitais que, dos que abrigam, tempo tomam,
e crescem dando à vida razões que nada consolam.
Lá há quem a natureza desvalorize e a carne ridicularize,
e esculpa, ainda assim, presentes a mim.
Ouço do alto, então, maiores insultos,
fazendo-me proporcional ao palpável mundo que oriundo.
E em nada posso julga-los sem que me lembro de meus pecados.
Maior seja a insipiência dos que de mim se afastam,
e profundo o inferno dos que, deste mundo, tanto acham.
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