E Monção?
Necessárias multidões emprestadas ao desperdício
Sentam no estrado do privilégio
da autoridade gruim
sobre liocéfalos flutuando à margem
lambuzados do plasma lismoso
da desembocadura noturna
em dias de nénia
eles fumam e bebem
excretam fumo e bebem fumo
bando de patos fosforizado
junto à fosga de urina
bebericam
e fumam
indutados à margem
como corvos tanecos
rapinas mortas
mordiscando o próprio cadáver
no cadilho da alcateia mais uma ronda
vizires do pó sangrando do nariz
vazando suor pelas rugas
e como se chama aquilo que estão a mastigar?
amizade
isso
disso não tenho
penetra o toque do telefone
será acidente?
necessito algo para reviçar
ou mato patos
passa a serpente popelina desdentada
rumo ao cume do ocelote
nu
procura redenção lemática
exuma-se e gira ao redor do mundo
repleta de desilusão e estupor
outro tanto peso na alma
nua
as viagens fazem-se eternas
só assim desquicia o real
sem vaidade
nem debilidade
nem coroa
esvaída no tesouro
em frente ao Olimpo horrífico
de portões fechados e espalha-se o naipe.
Sentam no estrado do privilégio
da autoridade gruim
sobre liocéfalos flutuando à margem
lambuzados do plasma lismoso
da desembocadura noturna
em dias de nénia
eles fumam e bebem
excretam fumo e bebem fumo
bando de patos fosforizado
junto à fosga de urina
bebericam
e fumam
indutados à margem
como corvos tanecos
rapinas mortas
mordiscando o próprio cadáver
no cadilho da alcateia mais uma ronda
vizires do pó sangrando do nariz
vazando suor pelas rugas
e como se chama aquilo que estão a mastigar?
amizade
isso
disso não tenho
penetra o toque do telefone
será acidente?
necessito algo para reviçar
ou mato patos
passa a serpente popelina desdentada
rumo ao cume do ocelote
nu
procura redenção lemática
exuma-se e gira ao redor do mundo
repleta de desilusão e estupor
outro tanto peso na alma
nua
as viagens fazem-se eternas
só assim desquicia o real
sem vaidade
nem debilidade
nem coroa
esvaída no tesouro
em frente ao Olimpo horrífico
de portões fechados e espalha-se o naipe.
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