Das vazōes intrínsecas do homem
nas costas do tempo,
como uma ameaça,
a vida dói nos homens
pelas suas praças
de seus desejos
embrulhados em desculpas
ressoam magras razōes
e um certo quê de culpa
tudo que lhes atiçam
é o tempero da luta
como uma ameaça,
a vida dói nos homens
pelas suas praças
de seus desejos
embrulhados em desculpas
ressoam magras razōes
e um certo quê de culpa
tudo que lhes atiçam
é o tempero da luta
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
MINHA MÃE
Eu via aquela mulher sempre na máquina costurando e sonhando
Quem faz um ofício repetidas vezes
Às vezes dá tempo de sonhar tra…
Iêda Maria Castro
REALIDADE
Eu me comprometo a ser fiel
Nestes dias de compromisso contigo
E me comprometo a te entender
Em momentos tão reais
E …
Iêda Maria Castro
Movimento Armorial
Sempre que o lírio-da-caatinga
florescer pleno e altivo:
branco, vermelho ou rosa,
acenará a primícia amorosa.
Assim ha…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
MAIS UMA PARA VOCÊ
Já nem sei quantos poemas Passei noites a escrever, Todos eles de amor, Pensando em você. Escrevo mais esse, E outros ainda virão, O meu…
Celso Ciampi