Meu Minho Místico
Águas cruas do Minho
com restos a aurora tardia
galgais os rochedos do vinho
de famintas dinastias do mar
com repuxo do refluxo espumante
ao reflexo do céu
espelho meu
são águas escuras de ontem
enroscando a agonia no passado
da eternidade
rasgas o canhão das meigas
dos irmãos entre hermanas
e desvaneces no estreito da ampulheta
enquanto o coração se me aperta
ao largo do chicote na desembocadura
a batela do contrabandista
escala as ondas
com os remos de quem foi
aí te vais!
a água fez-se adulta
de nascente a oceano
nostálgica
uma serpente liquida
ovalando um universo.
com restos a aurora tardia
galgais os rochedos do vinho
de famintas dinastias do mar
com repuxo do refluxo espumante
ao reflexo do céu
espelho meu
são águas escuras de ontem
enroscando a agonia no passado
da eternidade
rasgas o canhão das meigas
dos irmãos entre hermanas
e desvaneces no estreito da ampulheta
enquanto o coração se me aperta
ao largo do chicote na desembocadura
a batela do contrabandista
escala as ondas
com os remos de quem foi
aí te vais!
a água fez-se adulta
de nascente a oceano
nostálgica
uma serpente liquida
ovalando um universo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski