Poesia: Da Janela
Da Janela
Debruçada feito namoradeira.
Esperando acalmar os absurdos,
De uma pandemia que se rasteja,
À Terra interna sem pena.
A janela não é mais sua janela
Sim porta para outros mundos.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Debruçada feito namoradeira.
Esperando acalmar os absurdos,
De uma pandemia que se rasteja,
À Terra interna sem pena.
A janela não é mais sua janela
Sim porta para outros mundos.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski