do amor em construção
o amor, fundante,
dá-se como recorrente
quando a fábrica de si
habita larga os viventes
funda âncoras esvoaçantes
com ganas de astronauta
e inventa todos os cosmos
no colo imenso da alma
confundi-lo com a vida
é vivê-lo na intensa trama
de quem constrói a si
no peito de quem se ama
dá-se como recorrente
quando a fábrica de si
habita larga os viventes
funda âncoras esvoaçantes
com ganas de astronauta
e inventa todos os cosmos
no colo imenso da alma
confundi-lo com a vida
é vivê-lo na intensa trama
de quem constrói a si
no peito de quem se ama
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