🔴 7 de Setembro
Alguns ficaram muito satisfeitos, outros demonizaram desde muito antes, mas os protestos do 7 de Setembro foram um sucesso.
Barroso disse: “no 7 de Setembro, nós veremos o tamanho do fascismo”. Ele tinha razão. O recrudescimento dos atos arbitrários e inconstitucionais vindos do STF (Supremo Tribunal Federal) corroboram o vaticínio do ministro.
Além de associar o fascismo aos futuros manifestantes, tentaram desencorajar as pessoas de ocupação das ruas, esvaziando e criando uma narrativa de enfraquecimento do apoio do Bolsonaro. Na verdade, as manchetes e as críticas já estavam prontas: se lotasse, saberíamos o “tamanho do fascismo” ou se fosse um fracasso, o apoio ao Bolsonaro teria se esvaziado. Teve quem jurou, brigando com as imagens, que havia sido um fracasso. Como as imagens não mentem, a falácia não prosperou.
Algumas tentativas de sabotagem do 7 de Setembro: pré-acusar de fascista quem ousasse botar o pé nas ruas e adjetivar os protestos como golpistas; posicionar “snipers” prontos para alvejar; busca, apreensão, proibições e bloqueios de contas de empresários “bolsonaristas”, a fim de evitar financiamentos para o evento. Nem as ameaças, nem a chuva desanimaram a massa de sair às ruas.
Essas são apenas algumas ações que mostram o desespero de uma oposição tácita. Todas as atitudes evidenciam a hipocrisia de quem assinou aquela carta partidária de quem almeja uma “democracia” sem povo. É essa oposição que se manifesta de acordo com a pauta que a imprensa sinaliza.
O “consórcio” (velha imprensa) se reuniu para procurar as “derrapadas” do presidente. A “velha imprensa”, esquecendo-se do bicentenário da Independência, em alusão à mobilização extraordinária que Bolsonaro atraiu, em cartel, abusou de palavras pejorativas: monopoliza, capturou, faz uso, faz comício, faz campanha etc. Um detalhe importante que passou, talvez propositalmente, batido: os outros candidatos poderiam ter se exposto à multidão, porém prefeririam ficar em casa. Faltou coragem para enfrentar o povo.
O que mais me marcou neste feriado, foi uma frase infeliz: “no 7 de Setembro, nós veremos o tamanho do fascismo”. Essa declaração evidenciou a existência de pelo menos um autoritário.
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