UM DIA NORMAL
Mais parece todo dia,
A mesma coisa a viver,
Acordo no meio do dia,
Não queria acordar.
Minha cama, meu refúgio,
Onde me escondo desse mundo,
O meu reino encantado,
Onde em pranto me afundo.
Meu mundo fica cada vez menor,
Já não tenho mais esperança,
Nunca que nada melhora,
Eu já parei com minha dança.
Agora espero o fim chegar,
Que ele venha rápido e silencioso,
De sofrer já estou cansado,
Não sendo assim será pavoroso.
Esse é meu dia normal,
Mais um dentre tantos,
Onde não há esperença
E pelo medo me encanto.
Mais um dia,
Menos um dia.
Tanto faz agora,
Eu queria é calmaria.
A mesma coisa a viver,
Acordo no meio do dia,
Não queria acordar.
Minha cama, meu refúgio,
Onde me escondo desse mundo,
O meu reino encantado,
Onde em pranto me afundo.
Meu mundo fica cada vez menor,
Já não tenho mais esperança,
Nunca que nada melhora,
Eu já parei com minha dança.
Agora espero o fim chegar,
Que ele venha rápido e silencioso,
De sofrer já estou cansado,
Não sendo assim será pavoroso.
Esse é meu dia normal,
Mais um dentre tantos,
Onde não há esperença
E pelo medo me encanto.
Mais um dia,
Menos um dia.
Tanto faz agora,
Eu queria é calmaria.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Relatividade
cumprindo a saga de dizer-se quando o tempo vacila ao dizer-se onde o tempo desanda quando viajante finge-se de perto quando longe quando…
AurelioAquino
A nossa pele
Toco-te a medo
Pelo olhar
A pele que nos une
Para que nesse interlúdio
O silêncio nos seja memória
Honoré DuCasse
o melhor para hoje
Se a rosa do povo deserta de sua atenção, aflita por tantas teses, melhor seria meter as mãos pelos pés, e o absurdo cedesse de vez a out…
Darlan de Matos Cunha
NÃO SEI SE ESTOU GORDA OU INCHADA
Não sei se estou gorda ou inchada, Ou se a balança me iludiu, Mas quando sou por ti olhada, Todo esse medo se diluiu.
O espelh…
Maria Antonieta Matos