Vá ao meu redor, mundo
Vejo, com grande exulto, o passar dum'vulto
Em um meu, grande, tão sozinho mundo
Meu horizonte . . . na orla que cobre
No sozinho mundo, o fim não descobre
Vejo, com penúria, a fúria do escuro
Que se esconde nas plantas e em diturno
Em meu, tão, afinco mundo, no fundo
É feito da queda d'mais outro assunto
Eu quero viver no zero e se espero
É porque em meus desejos eu desprezo
Por toques sujos o olhar do defunto
Auscutar as batidas do meu fundo
Em sincrônia com este lugar sujo
O meu mundo infundo, não só meu feito
Em um meu, grande, tão sozinho mundo
Meu horizonte . . . na orla que cobre
No sozinho mundo, o fim não descobre
Vejo, com penúria, a fúria do escuro
Que se esconde nas plantas e em diturno
Em meu, tão, afinco mundo, no fundo
É feito da queda d'mais outro assunto
Eu quero viver no zero e se espero
É porque em meus desejos eu desprezo
Por toques sujos o olhar do defunto
Auscutar as batidas do meu fundo
Em sincrônia com este lugar sujo
O meu mundo infundo, não só meu feito
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*