AI QUE DUREZA
Nunca estive tão para baixo,
Parece que não há saída,
Quanto mais eu me mexo,
Mais afundo nessa vida.
E a luz já não é prazeroza,
Permaneço no escuro,
O dia para mim não exsite,
A noite me assusta.
Não saio do meu lugar,
Está tudo tão deserto,
Não vislumbro a saída,
E nem ninguém por perto.
Sozinho e abandonado,
Jogado como um traste pela vida,
Eu sou apenas um farrapo
De tecido carcomido.
Onde estou eu não sei,
Não me esforço por saber,
Pode ser em qualquer lugar,
Está difícil de viver.
Cada dia é menos um dia,
Estou contando regressivo,
Minhas forças estão no fim,
Não me sinto tão ativo.
E nem venha me motivar,
Eu não me interesso mais,
Quero mais é me desmotivar,
Não procuro nem a paz.
Já estou tão cansado,
De caminhar em círculos,
Eu não encontro o meu lado,,
Nem sei o meu caminho.
E tanto faz o que eu faço,
Nada tem resultado,
Não termino o que começo,
Fica tudo inacabado.
Parece que não há saída,
Quanto mais eu me mexo,
Mais afundo nessa vida.
E a luz já não é prazeroza,
Permaneço no escuro,
O dia para mim não exsite,
A noite me assusta.
Não saio do meu lugar,
Está tudo tão deserto,
Não vislumbro a saída,
E nem ninguém por perto.
Sozinho e abandonado,
Jogado como um traste pela vida,
Eu sou apenas um farrapo
De tecido carcomido.
Onde estou eu não sei,
Não me esforço por saber,
Pode ser em qualquer lugar,
Está difícil de viver.
Cada dia é menos um dia,
Estou contando regressivo,
Minhas forças estão no fim,
Não me sinto tão ativo.
E nem venha me motivar,
Eu não me interesso mais,
Quero mais é me desmotivar,
Não procuro nem a paz.
Já estou tão cansado,
De caminhar em círculos,
Eu não encontro o meu lado,,
Nem sei o meu caminho.
E tanto faz o que eu faço,
Nada tem resultado,
Não termino o que começo,
Fica tudo inacabado.
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