RETÓRICA
A chuva que cai
Que lava
Que leva
Que acende a vontade de se encontrar
De afagar
De ver
Chuva fina
Chuva catástrofe
Chuva, só chuva
Aquela que molha
E faz resgatar
O tímido olhar
Os amantes
O calor
A comida quentinha
O agasalho
A infância
O leite quente
O amor
A solidão
A telha barulhenta
Mas capaz
De incorporar a leveza ou dureza que ela tem.
Que lava
Que leva
Que acende a vontade de se encontrar
De afagar
De ver
Chuva fina
Chuva catástrofe
Chuva, só chuva
Aquela que molha
E faz resgatar
O tímido olhar
Os amantes
O calor
A comida quentinha
O agasalho
A infância
O leite quente
O amor
A solidão
A telha barulhenta
Mas capaz
De incorporar a leveza ou dureza que ela tem.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*