Teu muito amor pode matar-me
Não sei quantas bocas há em ti,
me chamas com cada uma delas.
Deves ter um milhão de olhos,
não escapo de nenhum.
Tuas muitas mãos e teus dedos incontáveis
seguram tudo em mim,
mesmo que não queira.
De todos os braços que há em ti,
desconheço o mais leal,
por todos sou puxado.
Mas teu coração é unitário,
avassalador, mas unitário.
Vale por mil teu nobre órgão,
não sei como podes tanto amor
num pedaço único de carne.
Donzela, teu muito amor pode matar-me!
Robson Vieira
me chamas com cada uma delas.
Deves ter um milhão de olhos,
não escapo de nenhum.
Tuas muitas mãos e teus dedos incontáveis
seguram tudo em mim,
mesmo que não queira.
De todos os braços que há em ti,
desconheço o mais leal,
por todos sou puxado.
Mas teu coração é unitário,
avassalador, mas unitário.
Vale por mil teu nobre órgão,
não sei como podes tanto amor
num pedaço único de carne.
Donzela, teu muito amor pode matar-me!
Robson Vieira
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
DANCE COMIGO ANTES DE APAGAR A LUZ
Uma canção lenta que enche os cantos silenciosos como um ritmo ondulante a invadir peles e sentidos Uma luz bruxuleante ao sopé da…
Daisy
SONIAL
Quero me demorar à porta da sala Nos instantes que o verde do jardim Cheiram à baunilha Quero me sentar no tapete opala No chão com perf…
Daisy
Funus
Libitina levou as flores,
O cheiro delas se misturou.
A branca margarida,
Tingida foi com um vermelho vinho.
O cheiro de deco…
Arylia
Goodbye Dad
Goodbye Dad I am heart broken That I have lost you So fast I can't stop crying Yes I could never believe That you had to part so soon But…
Aldo gabbay kraas