Não caio. Elevo-me!
Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Amor Meu
Houve alegria na despedida. Ele chamou-me de “Amor Meu”. Parecia um não se vá ou talvez um volta sempre. Seria ele meu servo obediente, o…
Vera Sousa
Amor Meu
Houve alegria na despedida. Ele chamou-me de “Amor Meu”. Parecia um não se vá ou talvez um volta sempre. Seria ele meu servo obediente, o…
Vera Sousa
Instinto mulher
Há na beleza calma, um fogo quase oculto,
Insulto; felina de andar puro; e de graça;
Raça no olhar, brilho sutil e rude; um cul…
Raquel Ordones
Janice on my mind
I keep on moving In the right direction In my life I need lots of people In my life I am always afraid To end up alone Every day I unders…
Aldo gabbay kraas