Não caio. Elevo-me!
Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A QUE VEIO ?
A que veio este insone esse leque misto de sombras e de lume aberto em breves saltos ou espasmos de quem não sofre epilepsia mas talvez s…
Darlan de Matos Cunha
O nosso baile
O baile que vale a pena
sempre será onde por
nada a gente se contenha.
O nosso baile é maya,
ao ritmo de Son Chapín,
onde …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
OS BÊBADOS
A aldeia sabe porque não se dorme se sem a palha do amor, ela aprendeu a mover-se entre o colar de brasas e as picadas da fome e do medo,…
Darlan de Matos Cunha
Sua Ternura - Será minha Ternura.
Que seja assim por toda vida - sua ternura será minha ternura - teu modo de amar será meu modo de amar... e tuas palavras serão pronun…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*