Quanto dó há em ver uma paisagem apenas uma vez e não poder fotografar.
Quanto dó há em sentir algo apenas uma vez e confundi-lo com um sonho.
Quanto dó há em não marcar a página do livro e fechá-lo para sempre.
Quanto dó há em desejar ser eterno mas contentar-se em ser apenas uma fina e pálida fatia de um momento indesejado.
Não te importa em ser ruído errante?
Robson Vieira
Quanto dó há em sentir algo apenas uma vez e confundi-lo com um sonho.
Quanto dó há em não marcar a página do livro e fechá-lo para sempre.
Quanto dó há em desejar ser eterno mas contentar-se em ser apenas uma fina e pálida fatia de um momento indesejado.
Não te importa em ser ruído errante?
Robson Vieira
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Love him
Love him
People
The same way
I love
My father
He is the one that
Had created you all
In his image
And in god’s ey…
Aldo gabbay kraas
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal