REPÚBLICA

Quando a minha língua te proclama
Não sou eu quem te anuncia
E sim meu ser que se descreve 
Liberto de costumes 
Farto de ansiedades por te buscar

Disseram-me que fosseis o caminho
Desde então sou peregrino
A minha mão livre escolhe linhas
Escreve por onde deve andar

Ainda que uma palavra maldiga
Toda vez que te pronuncia
Pela soberania da alma e da gente
Clama-te uma certeza

Em cada estrada e por toda esquina
Onde existir posta a tua mesa
Há de haver nosso lugar



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