SUSPIRO
Ai, que saudade dos tempos de outrora
Quando ninguém ficava procurando pelo em ovo,
Quando não se discutia
Movido pelo prazer
De se achar o maioral.
Ai, que saudade de um tempo
Em que tínhamos mais tempo
De sermos felizes.
Hoje perde-se muito tempo!
Hoje há um descontentamento!
Hoje não se pode dar mais um passo,
Que todos olham e dizem:
É um passo em falso.
Ai que saudade dos amigos
Que não atiravam pedras.
Ai que saudade de viver em paz
Com a própria opinião,
Não ser condenado à prisão
Da opinião dos outros.
Ai, que saudade
Quando se tinha em mente
Que tropeçar fazia parte da caminhada.
Hoje só querem julgar,
E a vida fica estagnada.
Ai, que saudade
Quando ninguém se julgava ser Deus
E viviam suas vidas desprendidos
Das "armas" de palavras de afronta.
Ai, que saudade de se permitir!
Ai, que saudade de sorrir!
De se despedir
E voltar para casa
E ser bem recebido pelos braços abertos da felicidade.
Felicidade é uma vida fácil de ser vivida,
Mas o ser humano complica.
( Autor: Poeta Alexsandre Soares de Lima )
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski