Poema em desoras
o poema a desoras
arranha os neurônios
assanha a memória
e concede-se palavra
em cadeira gestatória
tangendo o poeta
como simples moratória
das dívidas de si
dos débitos da história
repousa então no verbo
as vias inexatas da forma
e pula semântico o tempo
como um inventário das horas
arranha os neurônios
assanha a memória
e concede-se palavra
em cadeira gestatória
tangendo o poeta
como simples moratória
das dívidas de si
dos débitos da história
repousa então no verbo
as vias inexatas da forma
e pula semântico o tempo
como um inventário das horas
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal