Quem é você na hora da gira?
Omulu Napoleônico realiza
A estratégia vitoriosa,
Caranguejeia praias novas
No pseudo mar do anti marujo.
Anulemos o vocabulário sujo
Dos governantes indigestos,
Amarremos esse alfabeto
Cheio de nomes de tortura,
Na boca de um sapo sem censura,
Como dose de veneno necessária
Pra essa baila azul-distópico-diária…
Anfibiótico nacional
Quem é você na hora da gira?
A parte de baixo? Do meio?
O Chico Maria Perrapada Mulambo
Ou santa imaculada por engano?
Sejamos a anti virgem baiando
Pelo Chico Perrapado Maria Mulambo
Com toda arma teórica do canto
Ante a decrepitude alvosexagenária
Do riso amarelo esverdeado deste estanco
Sem ventre, sem livro,
Sem certidão de história
Todo dia falsas notícias
Entre www´s e blogs
Amontoando colhe informes
A boca sabor de soco
Racha a esmo sem lembrança
Que tal mergulhar
O rio seco da esperança
E o alagar de canto e dança
Palma, protesto, presença na gira
Coro de raça ante couro carcaça
Cada rio que escorre da vida
para onde se corre Odoiá?
Por onde se pode olhar
nesse mar de escória?
Abaixo e ao redor de nós
No escuro
Festa de oxiúrus
Noves fora talco
De incontáveis anos fuck
E...
Sob nossa Ori
Baixa
Luminosidade sórdida
O sol das trevas e o Brasil solar
uma fábula apressada
Do anti carnaval de uma senzala
à anti alforria na avenida
Manicomiosamente retorcida
numa linha
Morre aos poucos
Todo dia
De tristeza por estripulia…
A estratégia vitoriosa,
Caranguejeia praias novas
No pseudo mar do anti marujo.
Anulemos o vocabulário sujo
Dos governantes indigestos,
Amarremos esse alfabeto
Cheio de nomes de tortura,
Na boca de um sapo sem censura,
Como dose de veneno necessária
Pra essa baila azul-distópico-diária…
Anfibiótico nacional
Quem é você na hora da gira?
A parte de baixo? Do meio?
O Chico Maria Perrapada Mulambo
Ou santa imaculada por engano?
Sejamos a anti virgem baiando
Pelo Chico Perrapado Maria Mulambo
Com toda arma teórica do canto
Ante a decrepitude alvosexagenária
Do riso amarelo esverdeado deste estanco
Sem ventre, sem livro,
Sem certidão de história
Todo dia falsas notícias
Entre www´s e blogs
Amontoando colhe informes
A boca sabor de soco
Racha a esmo sem lembrança
Que tal mergulhar
O rio seco da esperança
E o alagar de canto e dança
Palma, protesto, presença na gira
Coro de raça ante couro carcaça
Cada rio que escorre da vida
para onde se corre Odoiá?
Por onde se pode olhar
nesse mar de escória?
Abaixo e ao redor de nós
No escuro
Festa de oxiúrus
Noves fora talco
De incontáveis anos fuck
E...
Sob nossa Ori
Baixa
Luminosidade sórdida
O sol das trevas e o Brasil solar
uma fábula apressada
Do anti carnaval de uma senzala
à anti alforria na avenida
Manicomiosamente retorcida
numa linha
Morre aos poucos
Todo dia
De tristeza por estripulia…
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