O próximo inverno
De longe as folhas árvore caem,
Tocam o chão e se deitam junto as outras.
As todas as outras versões de mim.
Todo ciclo é assim, em todo inverno é assim...
Renascemos de onde viemos, mas ainda há pedaços de mim dissipando no chão,
Não se pode plantar essas folhas mais uma vez,
Mas enquanto elas esteveram presente durante todo esse inverno,
Mantiveram as coisas como deviam ser.
Há coisas que não entendemos, mas sabemos.
Nossos ciclos, nossas histórias, nossas folhas...
Hoje há mais folhas dissipada no chão,
Menos do que haviam há alguns meses.
Estou voltando a florir,
Pra depois me dissipar e sorrir.
Nossos ciclos, nossos invernos, nossos começos, nossos fins.
O vento desse lado é um pouco mais frio,
Quase não me importo de me sentar sob a brisa dele,
Só quando arde nos olhos,
Mas aprendi a me aquecer nesse inverno.
As folhas ainda caem, me sento de frente a mim,
Encaro-me, vejo minhas raízes e de onde vim.
Eu me tornei uma borboleta azul.
Somos todos diferentes agora.
Eu sou diferente agora.
Vendo tudo que fui disspindo,
Tudo que um dia acreditei ser, tornando-se glabro.
Eu estou nascendo de novo, é um fim de um ciclo que começa e termina.
Essas folhas que caíram, vou varre-las.
Não posso planta-las, mas posso varre-las para onde Deus quiser.
Espero o inverno passar, aquecida comigo ao lado meu, esperando-me florescer, no meu processo, no meu tempo, na minha vontade em prol de toda minha verdade.
5.2.23
Tocam o chão e se deitam junto as outras.
As todas as outras versões de mim.
Todo ciclo é assim, em todo inverno é assim...
Renascemos de onde viemos, mas ainda há pedaços de mim dissipando no chão,
Não se pode plantar essas folhas mais uma vez,
Mas enquanto elas esteveram presente durante todo esse inverno,
Mantiveram as coisas como deviam ser.
Há coisas que não entendemos, mas sabemos.
Nossos ciclos, nossas histórias, nossas folhas...
Hoje há mais folhas dissipada no chão,
Menos do que haviam há alguns meses.
Estou voltando a florir,
Pra depois me dissipar e sorrir.
Nossos ciclos, nossos invernos, nossos começos, nossos fins.
O vento desse lado é um pouco mais frio,
Quase não me importo de me sentar sob a brisa dele,
Só quando arde nos olhos,
Mas aprendi a me aquecer nesse inverno.
As folhas ainda caem, me sento de frente a mim,
Encaro-me, vejo minhas raízes e de onde vim.
Eu me tornei uma borboleta azul.
Somos todos diferentes agora.
Eu sou diferente agora.
Vendo tudo que fui disspindo,
Tudo que um dia acreditei ser, tornando-se glabro.
Eu estou nascendo de novo, é um fim de um ciclo que começa e termina.
Essas folhas que caíram, vou varre-las.
Não posso planta-las, mas posso varre-las para onde Deus quiser.
Espero o inverno passar, aquecida comigo ao lado meu, esperando-me florescer, no meu processo, no meu tempo, na minha vontade em prol de toda minha verdade.
5.2.23
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
PÉROLAS AINDA DE CERTO MODO SUBMERSAS
_ Mãe ? Carregue água numa peneira para ela. Será pouco. [DMC, Brasil] . _ A lágrima é a breve arquitetura do choro. [EUGÉNIO DE AND…
Darlan de Matos Cunha
Vidas secretas .
Deixemos de lado as vidas de sonhos e vamos a realidade das vidas secretas de cada um de nós de um mundo imenso cheio de fantasias e il…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
I get so much satisfaction
I get so much Satisfaction washing God's people's feet Also when I teach The bible to God's People they become Hungry for the bible It wa…
Aldo gabbay kraas
Os Humanos.
Ha humanos que comandam o anoitecer colocando velas bem grandes - para esperar o amanhecer. Ha humanos que comandam um santuário - e a…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*